quarta-feira, 19 de Novembro de 2014

2014_10_18 Avenida da República

























Depois de terminada a exposição foi o momento de voltar a ter nas mãos o caderno com os desenhos expostos na Montra do Peugeot City.

domingo, 16 de Novembro de 2014

2014_11_15 Miradouro da Graça


















Só quando vim publicar este desenho é que me apercebi que o Miradouro da Graça mudou de nome. Agora chama-se Miradouro Sophia de Mello Breyner Andresen.

quarta-feira, 12 de Novembro de 2014

2014_11_06 Kodak


Sempre que pego nesta máquina fotográfica lembro-me da música do Paul Simon, Kodachrome. Kodachrome era a marca de um filme que a Kodak começou a produzir em 1935 e que entretanto abandonou. A letra falava de dias de sol e dos malefícios da educação que era o que os meus ouvidos adolescentes mais queriam ouvir.

"When I think back
On all the crap I learned in high school
It`s a wonder
I can think at all
...
Kodachrome
They give us those nice bright colors
They give us the greens of summers
Makes you think all the world´s
a sunny day."

sábado, 8 de Novembro de 2014

segunda-feira, 3 de Novembro de 2014

2014_11_03 Zeiss Ikon Nettar


















A Zeiss Ikon Nettar começou a ser fabricada em 1949. Este modelo pertenceu ao meu avô, o meu pai ofereceu-ma e agora repousa numa prateleira cá de casa. É do tempo em que a película era um cartucho que se carregava pela parte de trás da máquina e que se ia desenrolando à medida que cada fotografia era tirada. E só havia fotografia a preto e branco.

sábado, 1 de Novembro de 2014

2014_10_28 Contaminações



















O diário gráfico também é espaço para experiências.
Estas começaram com um pequeno quadrado de cor vermelha.
O que aconteceria se mais fizesse mais quadrados da mesma cor? e se fizesse mais quadrados de outras cores? e se fizesse um quadrado de cor para cada pastilha da caixa de aguarelas? e se combinasse as cores? e se as combinasse antes delas secarem? e se..., e se...
Foram muitos 'ses' até encher duas folhas de 'contaminações'.

quarta-feira, 29 de Outubro de 2014

2014_10_25 Vale Travesso


















No fim de semana que passou participei num retiro de diários gráficos na Quinta da Casa Velha, perto de Ourém. No sábado à tarde o Mário Linhares propôs-nos sobre o tema O caminho do desenho, fazer um percurso individual pela aldeia vizinha e registá-lo no caderno. Deveriamos estar atentos às nossas escolhas e aos pensamentos por detrás das decisões que tomamos.
Vale Travesso é uma aldeia como serão tantas outras nesta altura do ano. Os telheiros enchem-se de abóboras e de pilhas de lenha para o Inverno. No chão o milho seca ao sol junto com as castanhas fugidas das cascas abertas ali ao lado com o seu ar de ouriços do mar naufragados em terra. Cada casa tem junto uma pequena horta onde os perús e as galinhas bicam o chão entre as couves e a oliveira. Os habitantes estranham a invasão dos urbanos com cadernos na mão e vão respondendo às saudações.
Fui identificando os edifícios públicos. A igreja, a escola primária, o cemitério, o coreto, o lavadouro publico e usei alguns deles para a composição duma página que resumisse o percurso feito.