2014_08_23 Museu da Carris




Mais do que os eléctricos e os autocarros o Museu da Carris guarda um grande acervo da memória do século XX.



2014_08_18 Praça do Chile











O nome de Fernão de Magalhães passa despercebido para a maioria das pessoas.
Dificilmente haveria em Lisboa melhor praça para colocar o navegador que em 1519 iniciou a primeira viagem de circum-navegação do globo terrestre. De frente para a Av. Almirante Reis, avistando o Martim Moniz, no eixo urbanístico mais multicultural de Lisboa.

2014_08_14 Trafaria











A viagem já não se faz nos antigos Cacilheiros onde se sentia a brisa do mar a bater-nos na cara. Mas visitar a Trafaria ainda significa visitar outro tempo e outra margem.
As cicatrizes da Trafaria estão à vista de todos. Os barcos de pesca que já ninguém repara, a indústria que fechou as portas e ficou a ruína, o impacto dos silos de cereais na paisagem (e provavelmente também nos pulmões). Uma margem tão perto e ao mesmo tempo tão distante.

2014_08_13 Avenida da Igreja











Mantendo sensivelmente as mesmas linhas com mais de 50 cinquenta anos as Vespas não passam de moda.

2014_08_09 Cais do Sodré











Muitos dos problemas que o desenho na rua me coloca por vezes só me lembro deles no local. Decidido a desenhar a praça Duque da Terceira assim que escolhi a vista percebi que ia ter que resolver o que fazer com a fila infindável de carros que lentamente desfilava entre mim e a praça. Resolvi fazer dois desenhos num só. Quando os carros me tapavam a vista desenhava-os. Nos intervalos desenhava a praça. No resultado final ficou um pouco do movimento e da confusão que é o Cais Sodré num sábado de verão.

2014_08_02 Campo Santa Clara

O Campo de Santa Clara deve o seu nome ao Mosteiro das Clarissas aí construído em 1294 e destruído pelo terremoto de 1755 (wikipédia) e desde 1882 que aí se organiza a Feira da Ladra.
Escolhi para publicar estes desenhos feitos durante o workshop de diários gráficos que neste sábado aí ocorreu orientado pelo Richard Câmara. O material usado foi a caneta BIC Cristal preta 1.6mm e lápis de cor (oito cores seleccionadas).

Nos primeiros desenhos para conseguir desenhar na confusão permanente das pessoas em constante movimento optei por me concentrar apenas em três ou quatro peças e cenas simples. 
Desenhar com a Bic para quem, como eu, não está habituado é um pouco como conduzir com gelo na estrada. As derrapagens são permanentes e a caneta nunca trava onde é suposto travar.













Ao fim da tarde os carros invadem a feira para o arrumar das tendas e objetos que estiveram em exposição durante o dia.