A população fixou-se na zona ribeirinha, em vilas e pátios operários, adaptados em edifícios pré existentes. As fábricas e armazéns vinícolas distribuíam-se essencialmente ao longo do rio, beneficiando das vias de transporte, do Tejo e dos caminhos de ferro. O crescimento do número de fábricas, sobretudo de maior dimensão, acolheu um número significativo de migrantes. Na ausência de políticas sociais, designadamente de uma política de habitação, cresceram as habitações precárias sendo o bairro do chinês o mais populoso.
(Texto de apresentação da exposição NO RASTO DA HISTÓRIA DE MARVILA)

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